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Mènage a tróis e swing são formas de traição?



Colocar uma terceira pessoa na cama e conhecer uma casa de swing são fantasias que povoam a mente de casais espalhados pelo mundo. Mesmo que não cheguem a ser praticadas, só a ideia já mexe com o imaginário das pessoas que chamamos de liberais.




Mas o que tem se discutido por aí é se essas investidas entram na lista do que definimos como traição.

Dois terapeutas falam sobre o assunto e o que eles dizem é que o "sim" ou o "não" varia de acordo com os conceitos religiosos, sociais e morais de cada parte da relação. "Qualquer prática só é considerada traição se fere o ‘contrato’ estabelecido com o parceiro, independentemente do que é considerado adequado para a sociedade", diz Dra. Laila Pincelli, terapeuta de casais.



O psicólogo, terapeuta sexual e analista do comportamento João Batista Pedrosa é da mesma opinião e comenta que para uma mulher muito religiosa provavelmente o sexo pelo sexo seja um enorme pecado, pois ela está controlada pelas regras determinadas pelos dogmas religiosos. Já para uma mulher liberal esta ação pode ser algo aceitável.



"Caso peguemos a palavra infiel ao pé da letra, qualquer ligação de um dos cônjuges com uma terceira pessoa, com ou sem sexo, mas que aquela pessoa estabeleça uma ligação determinada pela atração física é definido como infidelidade. Porém, como psicólogo, defendo que estes parâmetros são determinados pelos parceiros". E completa: "Só há limites quando a opinião de uma das partes põe em risco a vida dele ou do outro, podendo causar graves danos físicos e/ou emocionais."




Dra. Laila pensa que acordos como "sexo mas sem beijo na boca" ou não repetir parceiro fora da relação podem parecer estranhos para terceiros, mas o que vale mesmo é o que cada casal instituiu na sua relação. Seguindo a mesma linha de raciocínio, Dr. Pedrosa acredita que práticas como mènage e swing são tipos comportamentais raros, de exceção. "Que tal o marido convidar um casal para fazer sexo com a sua mulher e ele ficar só olhando? O marido pode ficar bastante excitado com esta situação e para ele e a mulher é algo aceitável. Mas, provavelmente, para esmagadora maioria dos casais isso ‘não é normal’".



Em certos casos, praticar mènage e swing pode até melhorar a vida a dois. "Esse quadro é identificado quando a decisão é tomada em comum acordo e o objetivo é buscar novas experiências ou simplesmente apimentar a relação", diz Laila. "Às vezes, essas ações podem devolver a atração física e a excitação perdidas com o desgaste da relação", finaliza Dr. João Batista.



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Swing, fetiche & Viagra - 1a. parte


Por que os jovens buscam emoções cada vez mais fortes na hora do sexo ?


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Eles são jovens, bonitos e bem-informados. Em busca de fortes emoções e altas performances sexuais, homens e mulheres (casados ou solteiros) lotam clubes liberais, consomem remédios contra impotência e recorrem a práticas sadomasoquistas perigosas, como a asfixia erótica

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O sexo a dois, entre quatro paredes, pode estar correndo risco de extinção. Principalmente no que depender da libido da moçada que hoje tem entre 18 e 30 anos. Para boa parte dessa turma, a chamada geração millenium — que cresceu bombardeada por sites pornôs, programas eróticos da TV a cabo e por publicações que chegam a prometer um orgasmo por segundo —, uma transa “normal” já não basta. Ficou chata, careta, sem graça. São meninos e meninas que, em sua maioria, perderam a virgindade bem mais cedo que seus pais, conforme explica a psiquiatra Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Há duas ou três décadas, os homens começavam a transar aos 16 anos e as mulheres aos 20”, diz. “Hoje, a iniciação sexual acontece aos 15 para ambos os sexos.” Ou seja, a comparação entre os gêneros aumentou e criou uma espécie de braço de ferro sexual em que a performance supera o desejo. Mais do que amar ou gozar, os jovens de hoje querem mostrar que são super-homens e mulheres-maravilha. Ainda que para isso precisem recorrer aos superpoderes de anabolizantes sexuais contemporâneos, como os remédios contra impotência, as baladas liberais (versões modernas das antigas casas de swing) e até práticas sadomasoquistas extremas, como a asfixia erótica.

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Para entender como essa ditadura do prazer tem transformado jovens saudáveis, bonitos e inteligentes em verdadeiros aficionados por sexo, Marie Claire visitou duas casas de suingue, três baladas liberais e uma festa BDSM (sigla para Bandagem, Dominação, Sadismo e Masoquismo). Com vocês, um raio X do sexo sem fronteiras.

Balada Liberal

É quinta-feira de uma semana comum em São Paulo. Marcos*, 23 anos, Patrícia, 24, Camila, 25, e Rodolfo, 32, estão a caminho do Code Club International, a “balada liberal” que, ao lado do Nefertitti Club, tem apimentado a noite paulistana. Versão moderna das antigas casas de swing — leia-se: sem o décor de gosto duvidoso, os espelhos no teto e os casais de meia-idade que encontraram na traição consentida uma forma de salvar o casamento — , os dois clubs são aparentemente normais. Têm pista de dança, djs da moda, lounges com sofás, áreas vips, sushibar e... uma portinha singela que conduz a um gigantesco labirinto de cortinas negras. Desse emaranhado de corredores saem pequenos “dark rooms” e, no caso do Code, uma enorme cama em formato de Kombi. Algo tão “kitsch” que talvez nem o cineasta espanhol Pedro Almodóvar, famoso por seus exageros eróticos, tivesse coragem de filmar.

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“É como um filme pornô, ao vivo. Com a diferença que, aqui, nós somos os atores principais e os diretores” — Marcos*, 23 , estudante

Ali, entre gemidos, sussurros e alguns “ei, você, me empresta uma camisinha?”, Marcos, a namorada Patrícia e outros 15 ou 20 jovens bonitos como eles participam de experiências sexuais de todos os tipos. Há quem se masturbe, troque de parceiro, transe somente com o oficial e quem — como nós da equipe de Marie Claire — só fique parado, estarrecido com uma cena que dificilmente sairá da cabeça. “É como um filme pornô, ao vivo. Com a diferença que, aqui, nós somos os atores principais”, diz Marcos. “E os diretores”, completa Patrícia.

Namorados desde os tempos de colégio, os dois perderam a virgindade juntos, aos 16 anos. Três anos mais tarde, começaram a sentir necessidade de viver outras experiências sem que isso representasse fim de namoro ou traição. “Um dia, de tanto assistir a documentários da TV a cabo sobre swinguers, nos perguntamos se essa não seria a nossa saída”, diz Patrícia. Pouco tempo depois, ela e o namorado começaram a frequentar casas e festas do gênero. “No início, não conseguíamos nos misturar com os outros casais. Além da timidez, o fato de eles serem mais velhos e meio fora de forma atrapalhava”, diz Marcos. Por mais estranho que aquilo fosse, no entanto, era também excitante. “Saíamos loucos para transar e acabávamos indo para algum motel. Em “momentos de desejo incontrolável”, a coisa rolava ali mesmo, em cantinhos reservados da boate.

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Aos poucos, e conforme descobriam que jovens liberais como eles estavam trocando as casas de suingue por essas baladas mais descoladas, Marcos e Patrícia foram se soltando. Há três anos fizeram sexo pela primeira vez com outro casal e acharam “gostoso, apesar de estranho”. “No início rola ciúme e é preciso conversar muito e estipular cuidados e práticas que não machuquem”, diz Patrícia. “Só deve haver troca quando os dois parceiros do lado de lá forem tão interessantes quanto os do lado de cá. Todos têm de estar a fim e, se por acaso, no meio da transa, a coisa estiver mais prazerosa para um do que para o outro, tudo deve ser interrompido.” Também não vale trocar telefone ou marcar encontro às escondidas. “Na medida em que isso é respeitado, o ciúme vai, aos poucos, se transformando em tesão”, diz Marcos. “Ver seu namorado transando com outra mulher pode ser uma delícia. Ainda mais se ele estiver olhando para os seus olhos”, diz Patrícia.

Com tudo isso, não é difícil entender por que as imagens (e o cheiro de sexo) dessas noitadas que recebem entre 250 e 300 casais custam a sair da memória. “Durante a semana, quando estamos a sós, aquilo ainda nos excita. É como um filme interior, acionado ao primeiro estímulo”, diz Patrícia. Ela e o namorado ainda moram com os pais (de quem omitem a verdade) e batem ponto no Code Club uma ou duas vezes por semana. A entrada, com nome na lista, custa R$ 100 por casal, com consumação incluída. O que, no fim do mês, significa menos R$ 800 na conta do casal. “Não é muito se comparado ao que gastamos numa boate normal. Só que aqui, além de beber e dançar, ainda melhoramos nosso desempenho sexual”, diz Patrícia.

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Embora pudesse ser fruto de uma história isolada, essa busca pelo desempenho de excelência por meio do swing é, segundo o psiquiatra paulista Alexandre Saddeh, do Hospital das Clínicas de São Paulo, um traço comum no comportamento do jovem. “Cerca de 50% dos meus pacientes de 20 a 30 anos foram ou vão habitualmente a esse tipo de casa noturna. É a balada da moda”, afirma. Na opinião do especialista, além de refletir uma hipersexualização do jovem, o novo hábito é consequência de uma cultura imediatista. “A sociedade está mais ansiosa. Queremos tudo para ontem. Inclusive, o tesão.”

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Orgia de luxo - Elas ditam as regras no clube londrino que reúne a elite europeia

Em Londres, um clube de swing reúne a elite europeia e segue princípios bem originais.



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O principal deles: Quem dita as regras do que acontece nas festas são as mulheres.

No hall de entrada de uma mansão em Mayfair, região nobre de Londres, Emma Sayle recebia os convidados. Loira, com um vestido tomara que caia e saltos que a deixavam ainda maior do que os seus 1,83 m de altura, ela ia riscando os nomes na lista. Não fosse a moça fantasiada de policial, seria uma fila insuspeita — apenas mais uma festa para londrinos ricos. Antes mesmo que ela entrasse na casa, Emma tratou de apresentar um rapaz alto, forte e bonito. “Este é John. Ele tem uma partida de rugby amanhã à tarde. Melhor não deixá-lo muito bêbado.” Como uma boa anfitriã, em seguida ela pediu para guardar os casacos de seus dois convidados e, para que começassem a noite, ofereceu champanhe ao “casal”.




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Emma, 31 anos, nasceu e foi criada na high society. Filha de diplomata, frequentou escolas caras, onde suas colegas eram meninas como Lady Gabriella Windsor, prima da rainha Elisabeth. Na adolescência, quando foi líder da The Sisterhood, uma organização esportiva formada só por garotas, uma de suas colegas era Kate Middleton, hoje namorada do Príncipe William. Com esse círculo de amizades, tudo levava a crer que Emma seria mais uma mulher da elite inglesa envolvida na organização de eventos como bailes beneficentes. Ninguém jamais poderia supor que hoje seu trabalho estaria tão longe disso. Em vez de eventos de caridade, seu dia a dia inclui a organização de orgias para os sócios do Killing Kittens, o clube de sexo criado e comandado por ela para reunir a “elite sexual do mundo”.


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Regras Mulheres podem entrar desacompanhadas, mas os homens não
Exagero? Talvez. Mas o Killing Kittens realmente é um pouco mais do que um clube de swing dos bem-nascidos. A começar por seus princípios. O melhor deles: as mulheres ditam as regras — e as quebram, se quiserem. “Estamos acostumadas a ser tratadas como objetos nessas festas de sexo. E é assim porque esses eventos são organizados para os homens. Aqui não”, diz Emma. O próprio nome do clube já é um indício de que foi feito para as garotas. Reza a lenda que quando uma mulher se masturba, Deus mata um gatinho. Daí o nome Killing Kittens (“matando gatinhos”, na tradução do inglês). A ideia é que elas “matem” sem dó, em festas que acontecem uma vez por mês, sempre nas casas luxuosas dos seus sócios.



O público-alvo do clube são mulheres solteiras ou casais entre 18 e 45 anos. Eles são aceitos no clube após preencherem um detalhado questionário on-line, onde também postam uma foto. Nesse filtro, em geral um em cada três candidatos é recusado. Emma afirma que 70% de suas clientes estudaram nas melhores escolas de Londres e 30% vêm do restante do Reino Unido ou de outros países da Europa — a demanda já está levando a empresa para Edimburgo, Paris e Nova York. Ser bonito é um critério e ter dinheiro uma boa vantagem. “É verdade que meus clientes são ricos. Mas alguém menos abastado também pode ser aceito no clube se tiver um look legal e puder se dar a esse luxo”, diz ela. O luxo pode custar a partir de 300 libras por casal (cerca de R$ 750), valor cobrado pelo convite para cada evento, com direito a algumas bebidas. Ou pode-se pagar 600 libras (R$ 1.500) de anuidade e, nesse caso, ter acesso a convites pela metade do preço. Todos precisam estar bem- vestidos e, em princípio, mascarados. Os encontros são secretos, tanto que o endereço só é divulgado na véspera e câmeras e celulares são proibidos.

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“Mulheres estão acostumadas a ser tratadas como objetos nas reuniões de sexo. Aqui não”

A proporção é de 60 garotas para 40 homens, o que torna inevitável o sexo entre mulheres. Para um homem entrar na “brincadeira”, ele precisa ter uma espécie de autorização, o que significa receber uma piscada de alguma mulher, por exemplo. Cinquenta por cento das pessoas que frequentam as festas, no entanto, não transam com ninguém. “Muitas garotas acabam vindo só para se divertir. Elas sabem que aqui podem dançar vestindo apenas lingerie e ninguém vai pular em cima delas.” Segundo Emma, as garotas se sentem poderosas. “Mas não é de um jeito agressivo. Elas são superfemininas”, afirma.

Negócio divertido


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Antes de participar de uma das orgias do Killing, marquei um café com Emma. Estava curiosa para entender o que levou uma filhinha de papai a trabalhar na indústria do sexo. Quando nos encontramos, ela usava óculos escuros presos à cabeça e vestia uma blusa larga com legging e botas de cano alto. Embora estivesse superbronzeada — resultado dos feriados que passa em praias ou em estações de esqui —, não conseguia esconder um certo cansaço. Talvez por ter-se acostumado às críticas ao seu trabalho, parecia desconfiada. “Sou teimosa”, diz. “Quanto mais escuto ‘Você não pode fazer isso’, mais eu faço. Hoje minha família entende o meu trabalho, sabe que é um negócio.”

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Ter escolhido a faculdade de Educação Física foi o primeiro sinal de que Emma não levaria uma vida tão convencional quanto a de seus colegas ricos que estudaram Direito ou Economia. Por um tempo, ela trabalhou como personal trainer no Caribe. Depois passou para marketing e vendas. “Só tem machista nessas áreas.” Quando se tornou freelancer na área de Relações Públicas, conheceu de perto a indústria do sexo. Entre seus clientes estavam festas fetichistas e swingues para o público A. “A indústria do sexo é dominada por homens. Eles administram tudo, desde as grifes de lingerie até as de brinquedos eróticos. Nada é feito pensando nas mulheres.”

“Imaginei criar uma sociedade secreta, um clima meio underground”

Depois de muito brigar por não concordar com o jeito como as tais festas eram organizadas, Emma decidiu fazer os rapazes provarem de seu próprio veneno. “Percebi que havia um espaço nesse mercado e, quase para irritá-los, passei a organizar meus próprios eventos.” Engana-se quem imagina que ela se inspirou na famosa festa do filme De olhos bem fechados, aquela em que Tom Cruise acaba indo parar depois de uma discussão com a mulher (Nicole Kidman). Para criar suas regras, Emma pensou em Clube da luta, estrelado por Brad Pitt e Edward Norton. “Eu queria uma sociedade secreta, um clima meio underground”, diz.

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A primeira festa aconteceu em 2005 numa sauna na região de Covent Garden, em Londres. Hoje, o site do clube recebe 10 mil visitantes por mês. Seus sócios — 80% mulheres — aumentaram de 5 mil para 6.500 em dois anos. Mas quem são essas pessoas?

Para descobrir, coloquei um vestido preto coquetel e fui a um encontro do Killing Kittens que aconteceria na casa de Edward Davenport. Coincidência ou não, nos anos 80 ele era o organizador de festinhas pervertidas para alunos de escolas caras. Ter-se tornado sócio do Killing Kittens — e oferecer sua casa para as orgias do clube — é uma óbvia evolução das suas farras de adolescente.



Atmosfera sensual

Eu tinha lido num tabloide sensacionalista que as orgias de Emma eram frequentadas por gente do mercado financeiro, altos executivos, médicos e advogados. A verdade é que a maioria dos convidados evita falar sobre trabalho. Minha impressão é que eles tinham mais um ar de gente cosmopolita do que de aristocratas, como eu imaginava. A atmosfera era sensual, com os ambientes iluminados por luz de vela e lounge music tocando. Os homens vestiam um “esporte chique”, e a maioria das mulheres, vestido de festa. Poucos estavam de máscara. A maioria tinha por volta de 30 anos e era bonita. No começo da festa, algumas pessoas apenas conversavam sentadas sobre as camas armadas ao redor de um grande candelabro. Outras estavam perto do bar, onde serviam vodcas e coquetéis. Havia também os que estavam ansiosos para poder entrar nas hidromassagens. Puxei papo com a moça fantasiada de policial que encontrei na entrada. “É um público bem diferente para um swing”, diz ela. “Os lugares onde essas festas aconteciam eram horríveis e os homens muito agressivos, atirados, sabe? Fazendo essas festas luxuosas, Emma conseguiu atrair um outro tipo de gente. Os swingueiros hardcore não gostam dela por isso.”

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Supostamente, a entrada de homens desacompanhados é proibida para garantir um clima descontraído para as mulheres. Um ou outro, no entanto, consegue passar pelo controle da recepção, mas depois fica meio deslocado. “Uma moça me mostrou a bolsa dela cheia de brinquedinhos eróticos”, me disse um deles, com uma cara de chocado. Nesse momento, uma sueca do tipo gostosa que passava por perto e ouviu nossa conversa confirmou a história. “Na última festa ela estava se divertindo com seus brinquedinhos naquela outra garota ali”, diz. “Elas gemiam para todos ouvirem. Foi muito engraçado.” De fato, a atmosfera é um mistura de bizarro e divertido. Para garantir uma certa ordem, há seguranças circulando. Eles mantêm um olho no comportamento dos homens e outro no consumo de drogas — quem for pego é expulso na hora.

“Essas festas são o máximo de fantasia que se pode trazer para a vida real”

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Passado um tempo desde o começo da festa, o clima esquentou. Nas camas onde antes as pessoas conversavam, havia casais transando em todas as posições que se possa imaginar. Um deles fazia um ménage clássico, com duas mulheres e um homem. Um outro casal não teve a mesma sorte e ainda procurava uma garota para transar com eles. “Essa não, é muito baixa. Que tal aquela?”, eles conversavam. No corredor, mais casais, mais conversas engraçadas. “Nós precisamos voltar pra casa a tempo de acordar as crianças”, disse uma das mulheres. “Jura que você tem filhos? Seu corpo ainda está tão bonito!”, respondeu a outra. Enquanto essas cenas iam acontecendo em paralelo, algumas pessoas assistiam sem participar. “É o máximo de fantasia que se pode trazer para a vida real”, disse uma dessas “espectadoras”.


Elas escolhem os homens para transar. Muitas gostam de um ménage


Apesar de não entrar no swing, Emma Sayle diz que adora ver como as mulheres se sentem poderosas no Killing Kittens. “Elas não estão tentando ser como os homens. Simplesmente estão respeitando suas necessidades sexuais.” Suas clientes parecem satisfeitas. “Foi a melhor coisa que eu já fiz. Extravaso tudo aqui dentro e, lá fora, levo uma vida normal”, afirma uma delas. Sinal de que o jeito rentável que Emma achou para ganhar a vida está dando certo. Pode, no entanto, não ser por muito tempo. Mais uma de suas contradições, ela espera o homem certo para, se preciso for, largar tudo. “Se isso acontecesse, eu poderia virar dona de casa e ficar cuidando das crianças.”


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O que você deve levar em consideração antes de topar ir a uma casa de swing

O sucesso das baladas liberais...

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Alguns casais nos procuram em dúvida se devem ou não praticar o swing. Isso ocorre com alguma frequência, por desejo de um dos dois. O que observamos é que, às vezes, a pessoa não diferencia a fantasia de fazer sexo com outros e a real possibilidade da prática.

As fantasias quase sempre terminam bem porque ocorrem dentro da nossa cabeça. Talvez por isso sua mulher não tenha percebido nenhum risco para a relação. Vale a pena que vocês dois tentem fazer essa diferenciação: fantasia ou vontade real de transar com outros?

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Antes de partirem para a prática, sugiro que busquem sites que mostrem exatamente como funciona a troca de casais e que conversem muito a respeito. Este não é um pedido qualquer. Você corre o risco de se colocar numa situação constrangedora se não estiver pronto para isso.

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Pergunte a ela quais os motivos dela querer experimentar a troca de casal, cheque o que ela espera que aconteça lá. Seja específico: pergunte se ela quer viver ter sexo com outro homem ou outra mulher, se ela apenas quer olhar outros casais fazendo sexo. Diga a ela que não se sente preparado e peça que espere. Enquanto isso, busque compreender melhor o mundo do swing e as necessidades de vocês dois.

Os limites do casal são mais importantes que os da casa de swing. Até porque, nessas casas, as regras são bem definidas. Às vezes temos a sensação de que não poderemos dizer “não”, mas não é assim que acontece.

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Enquanto respondia à sua pergunta, lembrei de uma fita educativa da coleção "Loving Sex" chamada “Swing – como transformar sua fantasia em realidade”, que pode ser assistida pelos dois e ajudar nessa conversa. Não procurem a atividade antes de ambos estarem seguros de que podem. Swing por definição se faz em casal. Se houver ciúme, culpa, medo ou qualquer sentimento ruim em relação à pratica, não faça. Senão, além de uma experiência sexual ruim, teremos instalado um sério problema de comunicação e confiança no casal.

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Seguem outras indicações de leitura para que vocês possam entender melhor a prática:

Amor a três: dos tempos antigos aos dias de hoje. Barbara e Michael Foster, Letha Hadady. (Ed. Record: Rosa dos Tempos)

Swing. Júlio Morgado (Ed. Artipol)

Swing: a Vida Real de uma Praticante da Troca de Casais. Belle (Ed. Matrix)

O mito da monogamia. David Baradish (Ed. Record)

Swing - Diário de Bordo. SW TEAM. (Ed. Portugal)

A Outra Vida de Catherine M.. Catherine Millet(Ed. Agir)

Cama, essa armadilha. Leila Q. (Ed. Arx)




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O que acontece nos cruzeiros para casais "liberais"?

Casal ‘swingueiro' e agente de viagens especializado revelam os bastidores dos navios destinados aos apreciadores do swing



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Entre os dias 10 e 17 do mês de junho, um grupo de 370 casais - 20 deles brasileiros - embarcou em uma viagem de navio pela Europa, cruzando o Mar Adriático. Até aí nada de novo. O que diferencia esse de outros cruzeiros é que o objetivo principal dos pares a bordo não é só fazer turismo ou apreciar as belezas da Costa do Adriático, mas envolver-se sexualmente com outras pessoas ou casais, numa prática conhecida popularmente como 'swing'.


“Na Europa e nos Estados Unidos, esse tipo de viagem é bem comum e diversas empresas oferecem o serviço sem o menor constrangimento. No Brasil, tudo é muito mais discreto e restrito”, explica Paulo, 49 anos, proprietário da empresa Casal First Tour, que levou alguns dos casais brasileiros à já citada viagem de navio pela Europa. O empresário, que prefere não revelar o sobrenome, contou ao Delas como funcionam esses cruzeiros destinados ao que ele chama de “swingueiros”.


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Na piscina dos navios, a paquera rola solta e o clima é quente, mas o sexo explícito é proibido

“A primeira coisa a desmistificar é que, ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, os casais não ficam transando que nem loucos o tempo todo da viagem”, diz Paulo, explicando que o sexo acontece mais intensamente quando anoitece. “É claro que durante o dia, a paquera rola solta entre os casais, o que vai criando um clima de intimidade, as pessoas vão se conhecendo e descobrindo afinidades”, completa.

Praticante de swing há mais de cinco anos, o casal formado por Gustavo, 39 anos, e Sol, 42, que prefere não revelar seu sobrenome, conhece bem esse flerte que rola a bordo. “No final da tarde, muitos casais vão à piscina tomar sol, você pode ficar nu, de biquíni ou do jeito como preferir. O clima esquenta quando começam as brincadeiras”, conta ela, referindo-se às atividades recreativas promovidas pelos organizadores da viagem: desde desfiles de lingeries a shows de sedução que, embora não mostrem cenas de sexo explícito, são bastante eróticos.

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Além do ambiente da piscina, outra área onde o clima fica mais quente é a boate. “Toda noite, depois do jantar, os casais vão para lá, eventualmente vestidos de acordo com um tema proposto, que pode ser ‘Noite do Branco’ ou ‘Noite das Máscaras’”, detalha Sol. “Neste local a paquera é intensa, muitos dançam coladinhos e as mulheres começam a se beijar”, completa a suingueira.

Mesmo na piscina e na boate do navio, no entanto, apenas a paquera e as brincadeiras eróticas são permitidas. Sexo, só nas cabines ou no playroom.

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E é no playroom que o sexo coletivo acontece. São várias camas artisticamente arranjadas e que  podem ser parcialmente separadas por véus transparentes. Decorado com imagens eróticas, o playroom fica aberto até de madrugada. Sempre à meia luz, “os casais podem fazer trocas, transarem em grupos ou exibirem-se uns para os outros”, revela Gustavo.



O playroom é o lugar da ação nos cruzeiros de swing. Lá, a nudez e o sexo são liberados

Como Gustavo sugere, nem todos os pares a bordo se comportam do mesmo modo no playroom.

De maneira geral, eles podem ser divididos em: voyeurs, aqueles que apenas observam os outros casais em ação;  exibicionistas, que gostam de transar em público, mas não fazem trocas; softs, que topam fazer as preliminares com outros, mas penetração só com o(a) parceiro(a); os que curtem sexo a três -- na maioria da vezes, um casal acompanhado de uma mulher -- e os troca-troca geral, para quem vale-tudo, sem restrições.


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“É comum que um casal que viaja pela primeira vez neste tipo de cruzeiro apenas observe e não faça sexo com outro casal”, avalia Paulo. “Nas viagens seguintes, ele vão se soltando e começam a praticar o swing com mais naturalidade”, prossegue.

De acordo com Paulo, os brasileiros exigem muito mais discrição do que os europeus e americanos na hora de contratar um cruzeiro. “Eles têm pavor que outras pessoas fora do meio do swing saibam que fazem esse tipo de viagem. Muitos até contratam o serviço diretamente no exterior para tentar se proteger ainda mais”, aponta o empresário.

Alguns casais preferem eles mesmos organizarem a viagem junto com outros swingueiros, sem intermediários, para evitar possíveis indiscrições. Esse é o caso de Gustavo e Sol, que até criaram o blog Solenieve para reunir os interessados em cruzeiros para casais "liberais".



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O ambiente do playroom é preparado para funcionar até de madrugada

Fazer esse tipo de turismo não custa barato. Como nenhum cruzeiro parte de um porto brasileiro, as viagens têm que ser feitas no exterior, o que encarece mais a conta.

“Em média, uma cabine para dois custa R$ 8 mil e você tem que somar a isso os R$ 2 mil da passagem aérea, por pessoa, até o destino da partida do navio”, calcula Sol.

“Isso acaba restringindo o público a casais com alto poder aquisitivo e não tão jovens, a faixa etária fica entre 35 e 50 anos”, acrescenta Paulo.

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Independentemente das restrições financeiras, esse nicho do mercado de Turismo não é nada pequeno. Numa estimativa para a rede de TV americana ABC, o site AdultFriendFinder, uma das maiores comunidades online de troca de casais, calculou que há atualmente 10 milhões de praticantes de swing no mundo. Público suficiente para lotar vários navios como o que passou pela Europa em junho.

Mais informações sobre cruzeiros para casais' liberais':

- Menores de 21 anos não embarcam;

- Homens solteiros não entram de jeito nenhum;

- Mulheres solteiras entram em alguns cruzeiros, mas sempre acompanhadas de um casal;

- Nada de fotos, máquinas fotográficas são proibidas a bordo;

- A bordo, o casal tem liberdade para fazer só fazer o que deseja, o que fica claro na norma máxima adotada pelos praticantes de swing: “não significa não”.




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